O que Cujubim compra de outros países
Importações das empresas da cidade, por produto e por país de origem, com os números oficiais do governo.
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas de Cujubim compraram US$ 784 de outros países.
Dados oficiais do governo até setembro de 2026. Os meses mais recentes ainda podem ser revistos, e a fonte pode ter atraso ou erro.
Entre as 23 cidades de Rondônia que importaram, Cujubim ficou em 23º lugar. No Brasil, em 2.543º entre 2.567.
Ver o ranking de importaçõesTodos os produtos (3)
Nos últimos 12 meses. Toque em um produto para ver de onde ele vem.
- 1Rolamentos de esferas, de roletes ou de agulhas0 toneladasUS$ 45758%
- 2Outras obras de borracha vulcanizada não endurecida0 toneladasUS$ 31640%
- 3Instrumentos e aparelhos para regulação ou controlo, automáticosUS$ 111,4%
Todos os países (1)
Nos últimos 12 meses. Toque em um país para ver o que vem de lá.
- 1TurquiaUS$ 784100%
Mês a mês
Valor comprado em cada um dos últimos 24 meses. Passe o dedo ou o mouse numa barra para ver o mês.
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.
Perguntas sobre as importações de Cujubim
Quanto Cujubim importa?
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas com endereço fiscal em Cujubim (RO) compraram US$ 784 de outros países: 3 produtos, de 1 país.
O que Cujubim mais importa?
Nos últimos 12 meses, os produtos mais comprados foram Rolamentos de esferas, de roletes ou de agulhas (58%), Outras obras de borracha vulcanizada não endurecida (40%), Instrumentos e aparelhos para regulação ou controlo, automáticos (1,4%).
De quais países Cujubim mais importa?
Nos últimos 12 meses, as principais origens foram Turquia (100%).
Por que esse valor pode ser diferente do que a cidade consome?
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.